• Bem, pra começar, meu nome é Carolina e tenho 28 anos. Sou morena clara, baixinha, um pouco magra, cabelos longos, seios bem grandinhos e minha bundinha é bem empinadinha. Eu espero que vocês gostem desta estória da mesma forma que eu gostei quando este fato aconteceu comigo. O cara com quem tive esta experiência se chama Rogério, é branco, alto, muito bonito e muito carinhoso.

    Eu e o Rogério fomos companheiros de trabalho por mais de 6 anos e nossa relação era "diferente", ou seja, uma mistura de olhares, piscadas, mãos e tapinhas na minha bunda, encoxadas e coisas assim, sempre às escondidas é claro. Ninguém na empresa sabia dessas nossas safadezas, o que tornava tudo isso ainda mais excitante. Tivemos a oportunidade de trepar umas quatro ou cinco vezes, mas era sempre umas rapidinhas no almoxarifado ou no estacionamento.

    Um dia nosso fogo aumentou tanto que decidimos sair mais tarde que os demais e combinamos de ele me pegar em um local e irmos a um hotel. Dessa vez eu pretendia saciar toda a vontade que eu tinha de ficar com ele. Fiquei no local combinado e logo ele passou em seu carro e me pegou. No caminho para o motel eu já comecei a deixá-lo muito excitado, apertando e massageando seu pau por cima de sua calça. Pelo volume de sua rôla eu já sabia que nossa transa ia ser muito gostosa.

    Quando chegamos ao hotel eu disse ao Rogério que aquele dia ia ser muito excitante, já que eu tinha levado algumas surpresinhas e queria sentir com ele algumas sensações novas que eu ainda não tinha compartilhado com ninguém. Eu sou uma mulher muito eufórica e atirada e gosto muito de provocar e sentir prazer ao máximo. E pelo que eu sabia, o Rogério era assim também.

    Assim que entramos no quarto eu comecei a tirar a roupa dele, enquanto meus lábios percorriam seu pescoço. Depois pude saborear seus lábios, dando mordidinhas de vez em quando. Ele gemia de tesão quando terminei de tirar sua roupa e coloquei uma venda em seus olhos, para que ele pudesse somente sentir meu corpo roçando o dele, e não soubesse onde eu iria atacar em seguida. Finalmente amarrei as mãos dele à cama para evitar que ele me tocasse e eu pudesse fazer com ele tudo que eu quisesse. 

    Comecei saboreado seus lábios, beijando sua boca carinhosamente. Depois fui descendo até o seu peito, beijando e lambendo seus mamilos. A forma como seu corpo respondia ao que eu estava fazendo me deixava muito excitada. Tirei minha calça e minha blusa, ficando apenas de calcinha e sutiã vermelhos. Coloquei esta cor justamente para que seu desejo aumentasse ainda mais quando eu tirasse a venda de seus olhos.

    Peguei na minha bolsa um melzinho aromatizado e passei na cabeça do pênis dele.

    - Ahhhhhhhhhh!!! Que é isso, meu amor? - disse ele dando um gemido de prazer quando o liquido tocou a cabeça e começou a escorrer para toda a extensão de sua rôla. Eu não quis perder tempo e caí de boca em seu pau gostoso, saboreando-o lentamente.

    - Isso, Carolina!!! Chupa bem gostosoooo!!! - ele gemia entre os dentes quando peguei mais melzinho e passei no seu pau, lambendo e chupando bem gostoso.

    Seu pau estava cada vez mais duro e eu não via a hora de sentí-lo bem fundo, dentro do meu corpo. Peguei minha bolsa novamente e retoquei meu batom, de vermelho, como ele sempre gostava e finalmente tirei a venda de seus olhos, pra que ele pudesse ver como meus lábios vermelhos deslizavam por toda a extensão de sua vara. Ele me olhava cheio de desejo, me vendo de calcinha e sutiã vermelhos, e ficando mais e mais excitado, que era justamente o que eu queria. 

    Com as mãos dele ainda atadas à cama, tirei meu sutiã e comecei a esfregar meus seios por todo o seu corpo, tocando os mamilos dele com os biquinhos durinhos dos meus seios. Eu estava em um grau de excitação muito alto e ele sabia disso.

    - Vem, amor!!! Faz o que você quiser comigo!!! Hoje sou todinha sua!! - eu disse a ele quando desamarrei suas mãos e o libertei.

    Ele saiu de debaixo de mim, me deixando deitada de barriga pra baixo e a bunda bem empinada e veio por trás, passando suas mãos pelas minhas costas, já que ele sabia que este é o meu ponto fraco. Em seguida ele beijou minhas costas vagarosamente e percorreu meus ombros com sua lingua atrevida.

    - Hoje eu vou te comer bem gostoso, minha safadinha! - ele disse no meu ouvido e senti sua mão apertar bem firme minha nádegas, antes de me dar uns três tapas bem fortes que deixaram meu bumbum todo vermelho.

    Nos agarramos novamente, ele completamente sem roupa e eu apenas com a minha calcinha vermelha, que ele ainda não tinha deixado eu tirar. Enquanto a boca dele procurava a minha, seus dedos brincavam com minha buceta e meu cuzinho, mas sempre por cima da minha calcinha. Eu já estava louca pra ficar nua e sentir sua pica dentro de mim, mas ele queria prolongar nosso prazer um pouco mais.

    - Pede pra eu te comer!!! Pede!! - ele disse cheio de tesão, não aguentando mais a excitação que tomava conta de nós dois.

    - Vem, meu amorrrr!!! Me dá essa pica logo!!! Não aguento mais!! - disse eu forçando ele a se deitar de barriga pra cima, com seu pênis duro e grosso, apontando para o teto. Eu sentia tanto tesão que nem dei tempo pra ele respirar. Me sentei na pica dele e rebolei meu corpo um pouco.

    - Ahhhhhhhhhh!!! Que gostosoooooo!! - soltei um gemido quando o pau dele foi entrando na minha boceta bem lentamente, até sumir por completo. Em seguida me deitei no ombro dele e foi a vez dele mexer o corpo debaixo de mim, empurrando sua pélvis de encontro à minha, me arrancando gritos e gemidos de prazer.

    - Você gosta de dar essa buceta pra mim, não gosta, minha putinha? - disse ele no meu ouvido, colocando as mãos na minha bunda e metendo em um rítmo mais acelerado. Seu pau deslizava na minha bocetinha molhadinha e minha respiração foi ficando cada vez mais ofegante, indicando que eu ia gozar dentro de poucos segundos. Ele também já não estava aguentando mais e logo ia jorrar esperma dentro de mim. Mas eu queria mais.

    Saí de cima dele rapidamente e caí de boca em sua pica, completamente lambuzada do líquido da minha xoxota. Chupei tudo, sentindo o meu gostinho no pau dele, até deixar completamente limpo. Em seguida fiquei de quatro, com a bunda bem empinada pra ele. Ele veio por trás e enfiou tudo, de uma só vez.

    - Aiiiiiiiii!!! Mete mais!!! Mete!!! - eu não pensava em mais nada, só queria aquela pica gostosa dentro de mim, bem fundo. As mãos dele seguravam firme minha cintura e ele metia sem dó, olhando pra minha bundinha linda, com marquinha de biquini.

    De repente senti o polegar dele fazendo círculos ao redor do meu ânus. Tranquei meu cú rapidamente, apavorada. Eu nunca tinha feito sexo anal antes, mas já tinha enfiado meus dedos e até um vibrador no meu rabo. Mas eu estava com medo por causa do tamanho da pica dele.

    - Uhhhhhhhhh!!! Está doendo, amorrr!! - soltei um grito quando o polegar dele entrou todinho no meu cú e ele começou a movimentá-lo dentro de mim, tirando e enfiando bem fundo. Eu estava me sentindo em uma dupla penetração, na buceta uma pica dura e grossa, e no meu cuzinho o polegar dele tentando me invadir mais e mais. 

    - Deixa eu comer seu cuzinho hoje, Carolina!!! Deixa!!! - disse ele metendo seu pau sem dó na minha boceta e com seu polegar no meu rabinho, que agora deslizava suave, entrando e saindo sem qualquer dificuldade.

    - Eu nunca fiz!!! Tenho medo de doer!! - eu disse. Nas vezes que eu tinha enfiado um vibrador no meu rabo eu quase desmaiei de tanta dor e desconforto. Mas agora eu estava entregue a um prazer tão delicioso que eu faria qualquer coisa que ele pedisse.

    - Se doer você me fala e eu paro, está bem? - ele perguntou e eu não falei nada, apenas balancei minha cabeça concordando. Eu estava nervosa e morrendo de medo, mas ele continuou a massagear meu cú com seu polegar enquanto metia na minha boceta. Aos poucos fui me relaxando e já estava gostando muito do que ele estava fazendo. 

    - Enfia no meu cuzinho agora!!!! Acho que já aguento!! - falei pra ele louca pra saber o que eu sentiria nessa experiência que eu estava prestes a encarar.

    Continuei de quatro enquanto ele tirava o pau da minha buceta e aproveitava meu liquido para lubrificar ainda mais o meu ânus. Em seguida encostou a cabeça da rôla na minha entradinha já um pouco dilatada e fez um pouco de pressão. Eu fiz o mesmo, empurrando minha bunda contra o pau dele.

    - Aiiiiiiiiii!!! Está doendo muitooooo!!!! - gritei quando a cabeça do pau dele entrou e o anelzinho do meu cú se fechou como um instinto, tentando me proteger daquele corpo estranho. Senti um dor que subiu pelas minhas pernas e foi parar no meu cérebro, me deixando tonta e sem reação.

    Para minha sorte o Rogério ficou parado, sem fazer qualquer movimento. Mas eu sabia que ele estava olhando pra minha bunda, curtindo aquela cena deliciosa, vendo a cabeça do seu pau dentro do meu cuzinho e os pêlinhos das minhas costas, pernas e braços todos arrepiados. Depois de alguns segundos eu comecei a me mexer, empurrando a bunda em direção ao pau dele, tentando enfiar mais um pouco. Ainda doía um pouco mas meu rabinho foi se alargando aos poucos, até engolir o pau dele por completo. Que sufoco!! Mas o pior já tinha passado. 

    - Puxa meus cabelos e pode meter agora!!! - falei pra ele e já comecei a soltar uns gritinhos de dor e prazer. Ele enrolou uma mão em meus cabelos e me puxou, sem dó, enquanto começava um vai-e-vem lento no meu rabo. Menos de dez segundos e ele já estava bombando bem forte e fundo. Eu gemia como uma louca e rebolava minha bundinha na pica dele, querendo que ele esfolasse meu cú com sua pica gostosa. Rapidamente esfreguei minha boceta com uma de minhas mãos e meu corpo começou a tremer, me lançando em um dos orgasmos mais gostosos que já tive em toda a minha vida.

    Enquanto eu gozava desesperada eu percebi que ele me agarrou com mais força e deu umas três ou quatro estocadas bem mais fundas. Ele soltou um gemido, como se fosse um animal, e senti sua pôrra bem quente no fundo do meu cuzinho, me queimando por dentro, e fazendo com que eu tivesse outro orgasmo instantaneo. Procurei a boca dele e nos beijamos apaixonadamente. Ficamos um tempo deitados, exaustos, e depois tomamos um banho, descansamos mais um pouco e então partimos para o segundo tempo. Depois disso eu dei meu cú tantas vezes que perdi a conta, mas, a primeira vez a gente nunca esquece.


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  • Fim de ano é sempre a mesma coisa. Amigo secreto, confraternização e coisa e tal. Isso que vou narrar aconteceu comigo no ano passado. Só vou contar agora porque dia 19/12 vou nessa mesma confraternização e isso me deu vontade de relatar o que aconteceu em 2007. 

    Durante a semana nossa coordenadora começou a recolher dinheiro para uma confraternização num sítio. Até aí legal mas já fiquei imaginando o saco que seria. Professores quando estão juntos o papo é sempre o mesmo: aluno.

    Chegando o dia do tal lazer peguei meu carro e fui na escola encontrar com o pessoal. Lá quem não tinha carro se ajeitava com quem tinha. Todos em cada carro rumamos para o sítio. No caminho bastante descontração, risadas, piadinhas, etc. Chegando no sítio começamos a organizar as coisas: ligar o som, colocar a cerveja no frizzer, os variados pratos e etc.

    Me animei porque o lazer não se resumia só em professores vi que amigos e parentes também vieram. Nessa reparei numa ninfetinha que fora também convidada e que ajudava na arrumação. Claro que o nome dela não vou dizer mas o perfil não posso deixar de descrever: cabelos compridos e pretos, seios pequenos, bundinha empinada, pernas cumpridas e usava um shortinho azul que realçava sua beleza e sensualidade.

    Com os comes e bebes e som rolando a festa começou a ficar mais animada. Pela menina ser muito bonita não parava de olhar para ela, principalmente para sua bundinha. Como sou louco por bunda não tinha como disfarçar meu desejo. Quando ela foi para a piscina não perdi tempo, fui atrás. Na piscina me aproximei e começamos a conversar. 

    Voltamos para o rancho e fiquei ainda conversando um pouco com ela. Comecei a reparar que durante todo aquele dia ela não parava de me olhar. Um dos meus colegas até comentou da pagada de pau que ela estava dando. Meus olhos não desgrudavam da bundinha dela. E pensei comigo: se der esquema vou dar uns pega nessa mina.

    Com a cabeça cheia de cerveja fui dar uns mergulhos de novo e logo atrás vinha a perdição entrando na piscina também. Me animei e nadei em sua direção.

    - E aí está gostando do lazer?

    - Estou sim. Um pessoal bacana e divertido né!

    - É verdade. Eu pensei que seria chato mas estou vendo que valeu a pena!

    Reparei que ela estava com medo e perguntei.

    - Você não sabe nadar?

    - Sei mas muito pouco. Tenho medo de ir para o fundo!

    - Pode vir eu fico perto de você!

    Ela então começou a entrar um pouco mais. Num dado momento ela ficou insegura e se arragou no meu ombro. Eu nada bobo dei mais um passo em direção da parte funda. Aí ela segurou de verdade e disse:

    - Aqui é fundo. Tenho medo!

    - Não se preocupe segura em mim!

    Na piscina tinha algumas crianças brincando que nem repararam em nós. Nessas alturas minha rola já estava dura dentro da sunga. Conforme a agitação fui me encostando nela por trás. Acho que ela sacou o lance pois foi encostando sua bundinha no volume do meu pau.

    - Me segura tá, se não afundo!

    Meu pau estava tão duro que achei que iria comer aquela menina ali mesmo. Esfregava discaradamente e ela gostando. Não aguentando mais disse baixinho em seu ouvido:

    - Já vi que você está gostando da encoxada!

    - Disfarça se não a criançada vai perceber!

    Comecei a passar a mão na bucetinha dela por cima do biquini. Ela então passou a gemer baixinho e apertar meu pau.

    - Ssssssss...que rola dura meu Deus do céu!

    Como ali não tinha jeito nos recompomos e disse então:

    - Vamos fazer o seguinte você sai primeiro da piscina e depois eu saio. Te encontro num quartinho de ferramentas perto do campinho de futebol lá embaixo tá!

    Assim fizemos. Fui até o tal quartinho e fiquei esperando. Alguns minutos depois ela apareceu. Disfarçamos tão bem que ninguém sacou nada. Entramos já nos agarrando feito loucos. Beijei com vontade aquela boca e ela a apertar meu pau por cima da sunga. 

    - Vamos logo não podemos demorar muito tempo se não as pessoas vão sacar que sumimos!

    Comecei então a mamar os peitinhos dela e a passar a mão em sua bundinha. Ela ajoelhou-se e tirou meu pau da sunga. Olhou com admiração e disse:

    - Noooossaaa que cabeçona, sssssss...

    Apesar de ser novinha sabia mamar um pau muito bem. Colocava inteirinho na boca, lambia, chupava a cabeça e descia até embaixo.

    - Isso novinha gostosa chupa essa rola, sssssss....aaaaiiiiii...que delícia de boquinha!

    Caí de língua na bucetinha dela. Gemeu até pedir que comesse logo.

    - Vai come logo não aguento mais come!

    Nesse quartinho tinha uma mesa um pouco baixa. Ela se apoiou na mesa e encostei minha rola por trás. Esfreguei a cabeçona na entradinha da buceta e fui colocando bem devagar.

    - Aaaaaiiiiiii...sssssss...iiiiisso de-va-gar!

    - Nooossaaa que bucetinha apertadinha hein!

    Iniciei o vai e vem bem gostoso naquela bucetinha linda. Enquanto metia naquela ninfeta escutávamos o barulho dos garotos brincando no campinho.

    - João você vai no gol beleza?

    - Eu também quero jogar Edson!

    - O meu já está completo vai pro lado do Jefferson...

    Escutando isso e plaft, plaft, plaft na bucetinha da minha putinha. Como estava sem camisinha disse que iria comer o cuzinho dela até gozar. Ela por sua vez disse:

    - A nããão, eu nunca dei o cú e tenho meeeedo!

    - Relaxa minha lindinha. Eu coloco bem devagar se doer eu paro! (falei tirando o pau da buceta e punhetando devagar)

    - Não sei. Minhas amigas dizem que mulher que dá o cu é vagabunda!

    - Que ridículo. Não tem nada a ver. Hoje em dia muitas meninas estão dando a bundinha sem nenhum problema!

    - Eu sei mas não é normal!

    - No sexo tudo pode acontecer. O que manda é o prazer. Deixa eu comer vai. Dá o cuzinho pra mim dá!

    - Tudo bem vamos tentar. Mas bem devagar hein!

    Sem demora passei saliva no cuzinho dela e encostei a cabeçona. Fui então empurrando bem devagar. A cabeça já se cumprimia na portinha do cú. A ninfetinha se contorcia de medo e ansiedade. Foi indo, foi indo e passou a cabeça.

    - Noooossaaaa...que cú apertado!

    - Aaaaaaiiiiii devagarzinho, assiiiimm. Seu pinto é muito grosso!

    Meu pau já começava a ser engulido pelo cuzinho dela. Iniciei então um vai e vem bem devagar até acostumar. Enquanto isso, lá fora:

    - Vai João agarra a bola pô!

    - Gooooolllll!!!!!

    - Caralho meu. Segura os cara aí pô!

    A garotada jogando bola e eu comendo um cuzinho apertadinho de uma ninfeta. Nessas alturas eu já tinha aumentado a velocidade e a safadinha rebolando no meu pau bem gostoso.

    - Ai, ai, ai, ai, ssss, uiiiiii, delícia de cacete. Fode. arromba minha bunda. Aaaaaiiiii, uuuuummmmm, sssssss...

    - Nossa que cuzinho gostoso!

    O cuzinho dela já acostumara com meu pau pois flexionava com mais facilidade. Eu socava bem gostoso e beijava a nuca dela. Ela virava pra trás e me dava um beijo na boca dizendo baixinho:

    - Pintão gostoso, aaaiiiiii, ssss...arromba meu cú, iiisso...

    Depois de tanto entra e sai naquele cú fantástico anunciei que iria gozar. 

    - Aaaai vou gozar, vou gozar, vou...

    Comecei a bombar o cú dela com força e despejar minha porra reto a dentro. Ela gemia alto e rebolava gostoso.

    - Isso goza no meu cu, enche ele de porra vai!

    - Que cuzinho safado! Toma minha porra caralho!

    Falava isso e empurrava todo o cacete até o saco. Que metida gostosa. Gozei feito um besta naquela bundinha gulosa. Nem parecia ser virgem aquele cuzinho lindo e delicioso. Meu pau aos poucos amolecia dentro do rabinho dela.

    Tirei e pedi que chupasse mas ela não quis. Limpou apenas na calcinha.

    - Nossa que foda! Meu cu está até amortecido de tanto levar pau!

    - Não esquenta daqui a pouco passa. Você mete gostoso pra caramba!

    - É nada, você que mete gostoso.Só não fala pra ninguém tá! ( dizia isso pegando no pau com todo carinho)

    - Tudo bem!

    Coloquei a sunga e ela o biquini e ficamos esperando uma oportunidade de sair do quartinho. Quando chegou a hora certa ela saiu primeiro e minutos depois eu saí. No rancho o pessoal bebia e dançava. Nem se tocaram do nosso sumisso. Ela foi novamente para a piscina e eu pegar uma cerveja na geladeira.

    Na próxima sexta vai ter confraternização de novo e estou torcendo que ela apareça por lá. Não acredito muito pois nestes dias eu a vi com um namoradinho. Não precisa ser ela pois se pintar outra eu arrasto para o quartinho também (rsrsrsrs).

    Mulherada estou aguardando seu e-mail.

    taradopbundas@ig.com.br


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  • Minha prima era muito gostosa quando tinha seus quinze anos. Ela entrou na adolescência pensando que ainda estava na infância, por isso tinha hábitos misturados. Andava só de biquíni pela casa de praia, onde toda a família passava o verão. Sentava no colo da gente. Vivia sem sutiã, os peitinhos duros encostados na blusa fina... Agia, enfim, como criança, sem saber que já não era – pra dizer a verdade, parecia que também os outros ainda não haviam percebido que ali estava uma mulher.

    Lembro que um dia, nas férias de 200..., fomos jogar frescobol. Ela estava com um biquíni até comportado, branquinho. Tinha um corpinho forte, todo durinho, cheio de carne, uma bundinha arrebitada, peitinhos pontudos e um pouco fartos. Era branca, muito branca, de cabelos pretos escuríssimos. Comecei a reparar que ela gostava de se abaixar, de bunda pra mim, quando ia pegar as bolas que eu mandava fora. Ela corria, balançando aquelas ancas deliciosas, depois de abaixava, deixando eu ver o volume da bocetinha espremida no pano. Não sei se ela fazia aquilo inocentemente ou por malícia, mas de fato tudo se repetia e se demorava mais que o normal, e ela sempre voltava com uma certa cara de safada; e a bola na mão... De repente, do nada, ela deu uma bolada forte na minha barriga, sorriu e correu pra água.

    - Nem me pega!

    Corri atrás dela, peguei-a e a joguei na água. Nisso de agarrá-la e rodá-la no ar, meu pau deslizou entre suas nádegas, e quando caí na água ele já tava duro. Depois ela sorriu e mergulhou, fazendo sua bundinha molhada subir à superfície, mostrando a bocetinha preta e a roelinha rosa debaixo do biquíni, que ficou um pouco transparente quando molhou.

    Brincamos por um tempinho de jogar água, meio de longe e tal. Foi o tempo de meu fogo baixar. Então fomos pra casa. 

    A partir disso, nossa relação se estreitou, e ela vivia brincando comigo, sempre com algum contato físico. Ou me agarrava por trás e me prendia, ou batia na minha cabeça e corria, ou sentava no meu colo pra comer salgadinho e não me deixar ver TV.

    ***

    Não sei bem como aquilo aconteceu, mas um dia, estando a casa cheia de gente, ela passou, deu um tapa nas minhas costas e correu pro andar de cima. Todos que estavam na sala começaram a o sorrir. Corri atrás dela de chinelo na mão.

    - Sua moleca!

    Ela entrou no quarto em que minha tia estava hospedada e caiu na cama. Sem bem pensar, fechei a porta e caí por cima dela, beijando-lhe a boca profundamente. Ela me pegou pela nuca, meio assustada, mas sugou minha língua a quase arrancá-la. Botei o pau de fora, ela pegou, apertou, alisou, olhou pra mim e depois pra porta. 

    - E se alguém subir?, perguntei.

    - Eles pensam que a gente tá brincando. Qualquer coisa você passa pro seu quarto pela varanda...

    Travei a porta, louco de tesão, botei o pau para fora , enfiei tudo na boca dela fazendo pagar um belo boquete enquanto enchia a mão com seus peitinhos deliciosos. Ela não reagiu, ficou chupando, aprendendo, agarrando a base do membro, sentindo-o com a língua e os dentes e os lábios. Não me agüentando de tesão, gozei em dois minutos. Ela engoliu tudo, lambeu a cabeça da minha pica, ajeitou os peitinhos no biquíni, deu um tapa nas minhas costas e saiu correndo pra sala. 

    Fui direto pro meu quarto, atônito. Bati uma punheta e me acalmei. Respirei um pouco mais. Estava sem acreditar nem entender nada. Depois desci.

    Ela estava com as primas menores, na areia, brincando, e me tratou com total naturalidade. 

    À noite todos saíram prum parquinho de diversões que estava na cidade, mas eu fiquei em casa. De repente batem à porta. Era ela, com uma prima mais velha. Haviam voltado antes dos outros. Foram dormir. Me deitei, pensando:

    - Ela vem; ela vem... Vai bater na porta quando a outra dormir. Vou meter o pau na boca dela de novo!...

    Mas nada aconteceu. Fui dormir tarde, olhando pra porta o tempo todo, mas nada.

    Bem cedinho, pelas seis da manhã, com todo mundo ainda dormindo, alguém bate no meu quarto. Era ela, me chamando pra jogar. Tomo um leite com chocolate e vou nessa. Ela estava usando o mesmo biquíni branco, e o mesmo jeito natural de agir. Descemos, passamos pelo jardim e seguimos. Quando passávamos pela churrasqueira, não resisti: empurrei-a pruma pequena despensa que havia por ali, atrás das mesas de jogo, meti-lhe um beijo e saquei o pau. Mas ela não chupou. Ficou em pé, me afastou e me olhou bem fundo nos olhos. Lentamente, virou-se de costas pra mim, abaixou o tronco e segurou-se em uma prateleira, enfiando o biquíni todo no reguinho. Meti o pau entre aquelas nádegas lindas, esfreguei muito. Ela começou a suspirar, a respirar fundo e rebolar. Abaixei o biquíni, esperando que ela o levantasse, mas ela não fez nada. Tremendo de tesão, encostei a cabeça da pica no anelzinho rosado, pressionei um pouco; não dava pra tentar a boceta, tirar o cabaço era fria – ah, foda-se, eu confesso que nem pensei nisso, queria era sacanagem mesmo, e notava que era o que ela também queria. A cabeça do meu pau beijava seu anelzinho, dilatando-o de leve, aumentando o contato quente, espremendo-se entre as nádegas brancas e macias. Ela virou a cabeça pra olhar, lambeu os lábios, tonta de tesão. Não me agüentei: gozei em seu reguinho. Esfreguei tudo em sua bunda e na roelinha. Ela passou a mão na porra, depois lambeu, e se ajoelhou para me fazer um boquete. Gozei de novo, rapidamente, quase sem querer. Enchi sua boca outra vez, e então fomos jogar frescobol, como se nada tivesse acontecido. 

    ***

    À noite, eu conversava na varanda com meus tios, pais dela, quando ela chegou e se sentou em meu colo, com total naturalidade, que tentei imitar, me concentrado pra evitar uma ereção. Ela olhou pros pais e disse:

    - Sabe o que eu quero?

    - O quê, minha filha?

    - Tomar sorvete e passear na praça!

    - Tá, mas só seu primo quiser levar você; sozinha você não vai!...

    ...Que puta sorte. Nem refleti. Meti-a no carro e fomos prum motelzinho de beira de estrada. Entrei já beijando a boca dela. Saquei seus peitinhos, chupei-os, mordisquei, lambi o biquino cor-de-rosa, duro. Tirei a calcinha preta e pude ver de novo aquela bunda grande, dura, branca, e a bocetinha de pentelhinhos pretos, lisos. Chupei seu grelinho, lambi seu cu; ela quase se acabou de gemer e gritar. Do nada, sem dizer palavra, ela virou de quatro e abriu as nádegas, deixando o cuzinho rosado e molhadinho de saliva exposto, piscado-o, a cabeça no travesseiro, os olhos fechados e a boca entreaberta numa respiração profunda e dilatada – um convite irresistível.

    Melei o pau de saliva, encostei a cabeça no roelinha e fui massageando seu clitóris, com cuidado pra não mexer no cabacinho intacto, que era nosso grande álibi. Ela endoidou, empurrou a bunda pra trás; a cabeça do meu pau rompeu a roelinha, entrou no cuzinho, ela gritou, quase chora, mas pediu mais, suplicou por mais. Meti devagar, entre sussurros e gemidos, naquela carne branca e gostosa, quentíssima e apertada. E fui enfiando, lento, pra não machucar o cuzinho virgem; que se abria, devorava a pica inteira. Ela mordia o travesseiro, apertava a fronha nos dedos, lambia os lábios. De repente ela veio com tudo pra trás e gozou, como um animal, bafejando, surpreendida pela novidade, um gozo demorado. Enquanto gemia, pediu pra eu meter com força. Obedeci e, depois de cinco estocadas profundas, gozei também, largando um monte de porra naquele cuzinho ardido e deflorado.

    Deitei ao lado dela, que me disse antes de eu respirar:

    - Agora quero meu sorvete...

    Ela me fez ficar em pé, ajoelhou-se e chupou meu pau pacientemente; e nem quis lavá-lo: o cacete foi direto de seu cu pra sua boca. Gozei de novo, paguei a conta e voltamos.

    No dia seguinte jogamos frescobol, naturalmente.

    O resto? O resto fica pra depois...

     


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  • Ola, este é meu primeiro conto de muitos q ainda verão por aqui!

    Sou um tatuador bem safado q tem sorte com as clientes!

    Esta da história veio toda comportada com o filhinho e uma menina de 19 anos dizendo ser sua afilhada, da primeira vez para tatuar o nome de seu filho no ombro, uma loira bonita com uma bundona grande, mas a principio toda respeitosa, até chegar uma amiga, que se apresentou como Jade tabém loira de baixa de cabelos curtos, com uns 37 anos, com um corpo lindo, cinturinha e uma bunda apetitosa, mas com uma cara que não escondia uma mulher beeeeeeeeeeeem safada, ae ela comentou que tinha uma tattoo na bunda para cobrir, como ela estava de vestido, pedi p dar uma olhada, adorei quando ela ergueu seu vestido azul e me mostrou uma bundona linda com uma calcinha preta bem enfiada no meio dela, e uma tattoo antiga nela, comentei o trabalho que eu poderia fazer ela deu a ídeia de um dragão, e falou q tinha feito a tattoo com 19 anos, mas só poque tinha vontade de dar para o tatuador, mas disse que não teve coragem de fazer isso, não acreditei lógico mas disfarcei, então eu fiz um desenho ela voltou e marcou !

    Deixei a tarde livre para ela é claro, quando chegou sozinha toda perfumada, levei ela para a sala dos fundos, como trabalhamos em 3 tatuadores, tem uma sala no fundo para tampar com um biombo quando a tatuagem é em local intimo, começamos a conversar enquanto eu preparava a bancada, logo ela perguntou se podia tomar uma dose de uísque no que eu falei que sim, ela desceu na padaria em frente a loja e voltou com um copo grande cheio, e a medida que foi bebendo foi se soltando, tirou o vestido e ficou de calcinha e sutiã, e começou a falar besteira; adoro mulheres de calcinha e sutiã me excitam muito; eu como sou muito safado entendi a deixa e comecei a falar besteira também, fui colocar o decalque (transferir o desenho para a pele) e desamarrei a calcinha dela, passei a mão na sua bundona, ae perguntei:

    - "Vc naum se importa de Eu passar a mão na sua bunda não né?"

    - "Vc naum, pode ficar a vontade!!!"

    Ae demos risada, mas a imagem do fiozinho da calcinha todo enterrado naquele bundão estava me tirando do sério, até q eu falei:

    -"Posso tirar a calcinha do seu reguinho?"

    Ela simplesmente arrebitou a bunda e falou, 'Fique a vontade.'

    O clima foi esquentando, e eu falando besteira até começarmos a tattoo ela ja tinha tomado todo o wisk eu ja estava com o pau estourando dentro da calça!!!

    Já estava ficando louco de ouvir ela falar besteira deitada na maca de lado, sem calcinha de costas p mim com aquela bundona virada para o meu rosto, até que não aguentei e abri a bundona e dei uma linguada no seu cuzinho!!!

    Pude perceber seu corpo todo se arrepiando e ela deu um gemidinho, olhou para mim:

    - "NOSSA VC É MUUUUUUUUUUITO SAFADO!!!"

    E ficou quieta por um instante, até q eu voltei a tatuá-la, mas por pouco tempo, até que ela pediu para parar um pouco e virou para mim pedindo um papael toalha, no que eu indaguei o porque ela abriu as pernas e falou:

    -"Olha como minha bucetinha ta molhada, preciso me secar um pouco!!!"

    - "Naum precisa de papel naum, deixa q eu seco com minha lingua!"

    ataquei sua boceta com gosto e ela logo gozou, ai eu tirei meu pau p fora e pedi para ela deitar de ladinho e meti GOSTOOOOOOOSO na sua buceta quentinha!

    Fiquei metendo até ouvir barulho, era o dono do estúdio vindo para a sala dos fundos, me recompús rapidamente, ela se virou e fingi que estava tudo bem, o dono não engoliu muito não mas fingiu que acreditou e saiu logo em seguida!

    apesar dela ter gostado ficou meio receosa em continuar, também fiquei com medo poque tinha um casal se tatuando na sala da frente e um monte de gent na recepção!!!!

    Comentei q ela tinha um boceta muito gostosa de se chupar, no que ela respondeu:

    - "Você precisa ver a da Jade então, é pequenininha e bem molhadinha!"

    - "Que Jade, a sua comadre???"

    - "Ela não é minha comadre, é minha amiga!"

    - "Mas você curte chupar uma bocetinha?"

    - "Adoro, e de vez em qdo eu saio com ela, e quando voltamos dormimos juntas abraçadinhas e nos chupamos muuuuuuuuuito!!!"

    Nem precisa dizer q fiquei tarado né!!!

    Terminamos a primeira sessão e combinamos de sair os tres, ja que ela falou que sua amiga tinha se sentido atraida por mim, já rolou a segunda sessão da tattoo, mas eu conto em uma outra oportunidade!!!

    Você que tm vontade de dar para um tatuador, casal que o marido queira ver a mulher sendo tatuada em um local intimo e ainda ser bolinada, chupada e ver o macho gozando dentro da bunda pelo tatuador, ou qualquer tipo de fantasia deste tipo entre em contato comigo!

    Mesmo que queira só ser chupada, chupar um pau, ou ainda se exibir com roupa curta se mostrando toda para mim durante a tattoo, mesmo com o namorado, maridão corno ou voyeur, farei tudo pelo seu prazer!

    tatuador.safado@bol.com.br entre em contato, pode mandar numero de telefone q eu ligo, de preferencia de São Paulo, ou q possam vir para cá, gosto também de gravar xvideos para expor sua esposa puta na net!!!

    abraço as gostosas e aos cornos!!


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  • Olá pessoal. Gosto de escrever neste site e a cada aventura procuro relatar com detalhes para todos apreciarem uma boa foda. Esta história que vou narrar aconteceu no dia 1 de Julho deste ano. Vamos ao fato.

    Como trabalho numa escola publica muitas mudanças vem ocorrendo com o novo governo. Na verdade até agora José Serra só tem fudido com a educação. Uma das mudanças é a troca de inspetor de aluno. No dia 16 de Junho começou a trabalhar conosco uma inspetora muito gostosa seu nome Maria Cristina. Quando cheguei na escola observei uma loira de 1,68 de altura, 45 anos, cabelos cacheados, cintura fina, coxas grossas e um bunda gostosa. Ela usava uma calça jeans colada ao corpo o que fazia destacar o tamanho do rabão. Como um bom tarado por bundas colei meus olhos naquele monumento. Fiz as apresentações.

    - Oi vai trabalhar conosco?

    - Vou começar hoje!

    - Seja bem vinda eu me chamo D. e você?

    - Maria Cristina!

    Feita a apresentação fui ao meu trabalho. Naquela semana fiquei colado no traseirão dela e pensando num jeito de chegar mais junto. Certo dia como não tinha aluno ficamos no patio conversando ao ver que Maria Cristina subia para as salas disfarcei e fui atrás.

    Ela estava organizando algumas carteira sozinha e aproveitei.

    - Quer que te ajude?

    - Não obrigada são só estas carteiras que estão fora do lugar!

    - Você vai participar do churrasco que estamos organizando?

    - Acho que sim!

    - Vem sim você vai gostar!

    - O problema é ir embora depois!

    - Eu te levo!

    - Imagina não quero dar trabalho!

    - Relaxa Cris eu sempre saio por aí de carro não custa nada!

    - Ah então tudo bem se não for te atrapalhar!

    Enquanto Cris arrumava as carteiras ficava de olho no bundão maravilhoso dela. Meu pau já estava duro na calça. Tinha que comer aquela bunda.

    A semana foi demorada devido a ansiedade. Pensava nos meios possíveis e imagináveis de conseguir comer aquela inspetora. Tomava todo o cuidado para que minha namorada não percebesse alguma mudança em mim.

    Na quarta feira dia 1º chegamos cedo para arrumar a mesa, a churrasqueira. Aos poucos professores e funcionários foram chegando. Começamos a tomar cerveja. Quando Maria Cristina chega fiquei mais animado. Ela usava uma calça branca que realçava mais ainda o rabão dela.

    - Que bom que veio Cris!

    - Já está na cervejinha né!

    - Pega lá no frizzer!

    Quando ela foi pegar a cerveja quase tive um troço com o tamanho da bunda. Que rabo lindo.

    Cris também já embalava na cerveja e caipirinha. Pensei comigo: é hoje que como essa gostosa. Apesar de divertido o nosso churrasco os professores e funcionários já começava a ir embora. Gelei quando uma das professoras ofereceu carona para Maria Cristina. Olhei para ela para que se lembrasse que eu eram quem a levaria embora. Para minha alegria ela ficou. Começamos a arrumar a bagunça. Terminado convidei Cris para irmos embora. No carro fomos conversando bobagens.

    - Gostou da bagunça Cris?

    - Pessoal bacana né!

    - Você gosta de festa, balada essas coisas?

    - Gosto!

    - E seu marido também gosta?

    - Sou separada a três anos!

    - A tá!

    - Quero ser livre para ir onde quero e ficar com quem eu quero!

    Ouvindo isto meu coração disparou. Não podia deixar esfriar aquele papo.

    - Então fica com alguém?

    - Tenho um namoradinho para o rala e rola!

    - Caramba Cris você é pra frente hein!

    - E meu filho a vida é para ser aproveitada. E você tem namorada?

    - Tenho!

    - Mas dá sua saidinha por fora?

    - Quando pinta um esquema sim!

    Como estava de moleton meu pau começava se avolumar na calça. Cris conversava comigo e olhava disfarçadamente. Como projetava comer aquela gostosa não tentava esconder o volume mas procurava mostrar um pouco mais.

    Chegando em frente de sua casa Cris me convidou para entrar. Enquanto estava na sala Cris foi pegar duas cervejas. Bebiamos e falávamos de tudo até chegar no assunto de sexo. Cris me pergunta discaradamente:

    - D. você faz sexo com sua namorada ou ainda não rolou?

    - Faço. Ela adora sexo!

    - Nossa então pega até fogo rsrsrs...!

    - Se pega. E você não dá suas trepadinhas?

    - Nem sempre. Meu namorado só pensa em futebol. Todo sábado e domingo vai jogar bola com os amigos e aí fico a ver navios!

    - Não acredito?!

    - Verdade. Por que o espanto?

    - Uma gostosa desta e o cara pensado em futebol!

    - Você me acha gostosa? O que te chama atenção em mim?

    - A bunda lógico!

    - Eu sabia do jeito que você me olhava na escola eu saquei o que você observava!

    Cris então levanta. Pensei que fosse levar uma bronca. Para minha surpresa ela vira de costa e empina a bunda bem na minha frente.

    - Pode olhar. Aproveita!

    - Nossa Cris que rabo lindo!

    - Passa a mão!

    Passava a mão com prazer. Não só passava a mão como também dava beijinhos. Cris então tira a calça ficando só de calcinha. Que bunda linda. Dava mordidinhas, beijinhos. 

    - Aaaaaaaaa...iiiiiiiisso...hhhhhhhhhhhhhh...

    Não aguentando mais tirei a calça e fiquei com o cacete apontado para o rabão dela. Cris então olha e diz:

    - Nossa D. que pintão gostoso vem comigo!

    Cris segura no meu pau e me leva até o quarto dela. Ela senta na cama e começa um delicioso boquete. Cris engolia com desejo meu cacete.

    - Iiissooo Cris chupa esse pau que ele é seu!

    Ela mamava como uma profissional. Minha preocupação era gozar na boca dela. Eu não queria gozar agora. Tirei a parte de cima dela e cai de boca nos peitinhos. Depois de bem chupados deitamos na cama e mais que depressa, pois não aguentava mais, enfiei minha rola na buceta molhada de Cris.

    - Aaaaaaaaaaa...delííííííciaaaaa...soca esse cacete vai!

    Comi a buceta com desejo. Ela gemia de prazer enquanto enfiava meu pau inteiro na bucetinha. Ficamos pouco tempo na xoxotinha dela pois ela me surpreendeu com um pedido:

    - Come meu cú, come! Eu quero esse cacete atolado no meu rabo e eu sei que você quer!

    - Quero e quero muito esse bundão Cris!

    - Eu sei. Eu percebia seus olhares para meu rabo. Agora ele é seu come com vontade!

    Terminou de falar e ficou de quatro empinando bem a bunda.

    - Vem D. mata seu desejo. Come esse cú que você tanto deseja!

    Passei saliva na cabeça e encostei no anelzinho dela.

    - Aaaaaaaaaaiiiiiiii...gostoso, agora empurra essa pica vai!

    Forcei e a cabeça entrou. Seu cuzinho parecia querer engolir meu pau pois puxava pra dentro.

    - Aaaaaaaaaaaaa Cris que delicia de cuzinho!

    Se a bunda dela parecia grande lá na escola, de quatro na cama ficou maior ainda. Tive até um pouco de dificuldade de colar no bundão dela. Cris se posicionou melhor para facilitar a penetração. Meu pau ficou interinho dentro daquele cú maravilhoso.

    - Huuuummmmmm...sssssssss...aaaaaaaaiiiiii...sssssssss...come seu puto, come safado. Arrebenta com minhas pregas seu tarado!

    Bombei forte no bundão da Cris. Suas carnes até balançavam conforme a socada que eu dava. Com aquela imagem maravihosa não aguentando gozei gostoso dentro do cuzinho dela.

    - AAAAAAAAAAAAAAAAA...delicia de bunda Cris!

    - Isso goza no meu rabo goza mau macho!

    Quando tirei o pau minha porra escorria para sua buceta. Que foda gostosa. Maria Cristina levantou rapidamente e foi lavar a bunda e a buceta para não sujar o lençol. Depois de limpa ficamos deitados descançando. Refeitos Cris ainda fez mais um boquete delicioso para mim até eu gozar em seu rosto. Tomei um banho, me troquei.

    - E então gostou D.?

    - Nossa adorei Cris!

    - Fica só entre a gente tá!

    - Claro. Que bunda gostosa Cris!

    - Eu sacava suas olhadas para minha bunda. Aí pensei, porque não dar pra ele?!

    - Valeu gata estava louco para comer sua bunda mesmo!

    - Depois das férias a gente combina outro esquema tá!

    - Para mim está ótimo.

    Nos despedimos com um beijo demorado.

    Galera não acredito até agora que comi o rabo desta inspetora. Podem acreditar pois foi uma experiência maravilhosa. Já estou na espectativa de comer de novo quando voltarmos das férias. Quando acontecer eu narro neste site ok.


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