• Fodi com a melhor amiga da minha esposa

    A melhor amiga da minha esposa se chama Paula, elas são amigas desde a adolescência e a Paulinha sempre teve a maior fama de ser safada, inclusive vários amigos meus falavam muita coisa dela, que era boa de cama, que chupava gostoso e engolia porra sem frescura, e confesso que ouvindo isso comecei a sentir tesão nela mas como era melhor amiga da minha mulher eu achava muita sacanagem fazer qualquer coisa, por isso ficava na minha, mas um dia acabei não aguentando e foi quando minha mulher começou a fazer faculdade que a Paula começou a ficar mais aqui em casa pra cuidar dos meus filhos, ela deixava brincando com os dela até a gente voltar.

    Um dia ela veio de shortinho curto e me olhou bem safada e nessa hora percebi que ela tava querendo mas esperei mais um pouco pra ver a reação dela, então eu fui fazer um lanchinho na cozinha enquanto ela lavava a louça e ela levantava o short de um jeito, fingindo que ia ajeitar, mas sempre subia e eu via a papada da bundinha dela inteira e me deu muito tesão, então perguntei se o Augusto, marido dela, deixava ela sair assim de casa e ela respondeu que ele não tava ligando nem se ela saísse pelada, então eu conclui que o cara não tava dando conta do recado.

    Os dias foram passando e no dia que minha mulher foi tirar plantão depois da faculdade, a Paulinha trouxe umas cervejas, me ofereceu e começamos a beber ouvindo música e logo ela disse que cerveja fazia ela sentir calor, ai brinquei dizendo que se ela quisesse podia tirar a roupa, aí ela respondeu que ela tiraria mesmo, depois eu não corresse, aí eu disse que correria só se fosse pra cima dela e nessa hora rolou um silêncio, os dois ficamos sem graça.

    Um clima de tesão

    Continuamos bebendo e conversando até minha mulher chegar e na semana seguinte rolou outro plantão da minha esposa, aí a Paulinha foi ficar com meus filhos, levou cerveja de novo e disse que não queria magoar minha mulher mas estava se sentindo muito atraída por mim, até sonhando comigo tava e não sabia o que fazer, mas eu respondi que também estava, deixamos as crianças brincando e fomos até a casa dela com alguma desculpa e trocamos um beijo bem gostoso e já fui apertando aquela bunda tesuda toda durinha, sentindo os peitos dela ficarem com os biquinhos arrepiados e uma vontade louca de meter naquela safada.

    Ela já foi tirando minha bermuda com urgência, sentindo meu pau rijo pulsando na sua mão e colocou de vez na boca, chupou gostoso engolindo todinho, depois lambia a cabeça, sugava meu saco e nessa hora lembrei dos meus amigos dizendo que ela era uma boqueteira de primeira e eu aprovei a chupada.

    Ela levantou, tirou a roupa e ficou nua, que corpo gostoso do caralho! toda bronzeadinha, com marquinha de biquíni, peitinho pequeno mas bem durinho e uma bocetinha minúscula e gordinha, do jeito que eu gosto, e já fui me ajoelhando levantando a perna dela e chupando seu grelinho duro e ouvindo ela gemer gostoso, me chamar de cachorro, de safado e ordenar que eu continuasse chupando sua bocetinha.

    Meu pau tava quase doendo de tanto tesão, parei de chupar e de pé mesmo sem camisinha nem nada penetrei ela bem fundo e me arrepiei inteiro quando senti o calor da sua xota quentinha, ela gemeu alto, tive que tampar a boca dela e ficamos ali naquele vai e vem gostoso, meu pau saindo e entrando e ela arranhando de leve minhas costas, até que eu não aguentei de tanto tesão guardado e gozei gostoso dentro dela e pra minha sorte ela tomava remédio, senão eu tava fodido por pensar com a cabeça de baixo.

    Valeu muito a pena comer a Paulinha e agora quando vai lá em casa sempre rola algo, ela as vezes bate punheta pra mim com minha mulher no banho e quando rola plantão ela vem pra cá foder comigo e a gente sabe que se descobrirem vai dar merda, mas proibido é muito mais gostoso!


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  • Olá, meu nome é Paulo Augusto. Hoje tenho 39 anos, sou casado, com um filho. Atuo como médico do trabalho, numa conhecida empresa da região metropolitana do Rio. Mas o que passo a contar não ocorreu agora, mas quando eu tinha 17 anos. Céus! Lá se vão 22 anos bem vividos. Nessa época, trabalhava de faz tudo numa empresa de contabilidade, embora insistissem em me chamar de boy. Meus patrões eram um casal de evangélicos, muito gente boa, que, fora a cara de patrão que faziam quando eu pedia vales, folgas e coisa do gênero, me tratavam muito bem, eu era frequentador da casa, convivia com os filhos jovens, ia fazer pequenos serviços em troca de um dinheirinho a mais, por menos que fosse e além do mais, eu era muito palhaço e, assim, caí nas graças da família. Ele, com 44 anos na época, ela, com 41, chamava-se Célia. Mas embora se brincasse tanto, nunca houve da minha parte qualquer sinal de desrespeito para com ele, os filhos e, principalmente com a Dona Célia. Seu Valdir, assim ele se chamava, por ser evangélico, não bebia e, obviamente, não tinha muita resistência ao álcool. Tomava de vez em quando, um vinho suave, de maneira muito informal, para relaxar. Certa tarde de feriado, minha mãe recebeu um telefonema da Dona Célia. Ela pedia se eu podia ir à casa dela ajudar com o Seu Valdir que tinha bebido o vinho que eu o presenteara, e ela estava precisando acomodar o cara que era muito pesado, mas estava sozinha em casa. Eu obedeci prontamente, peguei a minha bike, e fui. Chegando lá, vi que o maridão estava mesmo de bode, deitado na área de serviço. Tratei de ajudá-la com ele, carregando-o até o quarto. O detalhe é que enquanto o carregávamos, inevitavelmente a bunda da Dona Célia roçava em mim. Eu, sinceramente, tentava ignorar aquilo e me concentrar no que estava fazendo. Dona Célia era branquinha, de ascendência alemã, mas com formas extremamente brasileiras. Isso digo pelo belo traseiro que tinha, mesmo na sua idade, porém, como já disse, nunca me despertou qualquer pensamento malicioso, embora confesso, eu precoce sexualmente, já tivera algumas experiências. Naquele dia ela usava um vestido caseiro de tecido fino, que realçava ainda mais aqueles atributos. As roçadas continuavam, mas de forma inocente. Pois ela estava mais preocupada em dar sermão no marido que resmungava bêbado, do que qualquer outra coisa. Só que meu pau começou a dar sinal de vida. Ao chegarmos ao quarto e deitarmos o Seu Valdir, eu fiquei em um canto entre a cama, a parede e alguns móveis e ela resolveu se inclinar para ajeitar o marido pesado naquele espaço apertado. Diria que naquele instante tudo começou. Ao se debruçar sobre ele, o vestido subiu mostrando as suas coxas volumosas, quase no limite da bunda e da buceta dela. Aquela visão me deixou louco. No auge da minha adolescência, com um misto de proibição e tesão, meu pau parecia querer saltar da bermuda. Mais louco ainda fiquei, quando ela, sempre preocupada em dar bronca no marido, no intuito de dar a volta na cama para ajeitar o travesseiro, ela desceu e, no caso, teria que obrigatoriamente passar por mim. Eu, a esta altura malicioso, não me afastei, e ela passou ali, naquele espaço apertado e literalmente ralou em cheio a bunda contra o meu pau. Pude sentir a carne macia de seu rabo, sob o vestido. Descaradamente empurrei um pouquinho a pélvis para frente e tive a deliciosa sensação da sua bunda e a divisão do rego espremido no meu tarugo. Depois de acomodar o marido, ela ainda pediu que eu a ajudasse com uns arquivos do escritório para colocar nas prateleiras. Lá fui eu, agora cheio de segundas intenções. Qualquer movimento dela era motivo para eu dar uma roçadinha. Num dado momento ela pediu minha opinião se era para descartar uns papéis e eu me postei bem atrás dela, pertinho do pescoço. Quando dei por mim, já estava encoxando despudoradamente a Dona Célia. Ao que ela reagiu:
    -Gu, o que você esta fazendo? Me respeita, rapaz! 


    Eu me desculpei, falei que tinha perdido o equilíbrio e tal e me afastei. Mas tinha uma escadinha e fiquei imaginando se ela subiria ali, para guardar aquelas caixas, já arquitetando uma investida. Dito e feito: ela pegou uma caixa daquelas e começou a subir a escada e eu mais que rápido, cheguei junto e com as mãos peguei no seu vestido ao lado das coxas e o levantei até a cintura dela, podendo ver a bunda carnuda, escondida sob a calcinha rosa bebê, que não era fio dental e entrava apenas um pouquinho, deixando à mostra duas polpas avantajadas. Comecei a beijá-la. Ela, pega de surpresa, começou a se esquivar pedindo para eu parar:
    -Gu, você tá louco, para com isso! 
    E se contorcia toda, tentando abaixar o vestido e descer a escada.
     

    Mas eu não obedeci. Num relance, fixei os olhos enquanto eu a esfregava e vi na transparência da peça, seu rego profundo a dividir aquele bundão. Fiquei doido. Num ímpeto de loucura, com as duas mãos, num só movimento baixei a sua calcinha até os joelhos, deixando livre o sua bundona branca gostosa, contra os movimentos dela.


    – Meu Deus, para, menino! Me deixa descer agora! - Ela gritou perplexa. 
    Nossa! Que visão inesquecível! Aqueles poros eriçados, o formato arredondado bem ali a minha frente; não resisti, perdi a vergonha e exclamei:
    - Que bundona gostosa a senhora tem Dona Célia!


    E sem dizer mais nada comecei a esfregar minha cara em sua bunda, cheirando, beijando e mordendo, sob as queixas dela. Mas por mais que ela quisesse, não podia descer, pois se tentasse, nós dois cairíamos. De repente, tive a ideia de abrir a sua bunda com as duas mãos. Ao fazê-lo, senti o cheiro de seu buraquinho rosado bem ali a minha frente e comecei a lambê-lo luxuriosamente. Aí sim, ela deu sinal de vida, também. Percebi que ela começou a gemer, mas sem parar de se queixar. Lambi bastante, até deixar o seu cuzinho bem besuntado. Ela desguarnecida, não se opôs quando aos poucos eu a fui virando para mim, beijando as suas coxas, no intuito de chupar a sua bocetinha. E que buceta! Depilada, mas com alguns pelinhos ralos, pequena e apertada, para uma mãe de três filhos. Suguei violentamente fazendo ela se contorcer toda, inundando a minha boca. Subitamente, ela parou de lutar, alisando meus cabelos, para em seguida aumentar o ritmo. Então ela começou a foder com a minha língua balançando os quadris com movimentos circulares, enquanto segurava minha cabeça para se apoiar. E mesmo envergonhada disse entre os dentes:
    – Ai,... Nossa! Vou gozar! Vou gozar! 


    O gozo dela veio em seguida, apertando minha boca contra a sua xana encharcada. Louco de tesão, com ela toda mole e com os cabelos em desalinho, a desci, puxando os peitos dela para fora, os chupava de forma voraz. Ela, parecendo ainda estar em conflitos consigo mesma, gemia enquanto levantava e vestia a calcinha e ajeitava o vestido. Então, sentei em uma cadeira e a puxei para sentar em meu colo, levantando seu vestido novamente, mesmo ela de calcinha. Fiquei ali, beijando sua nuca, apertando seu peito e esfregando meu pau em seu bumbum, com a calcinha toda descompensada entrando no rego de um lado e cobrindo a polpa de outro. Dizia o quanto ela é gostosa e que queria comê-la ali mesmo. Ela reclamava, dizia que não era certo o que tínhamos feito e que tinha mais do dobro da minha idade, que ela não traía o seu Valdir e que aquilo era pecado, tentado levantar Contudo, eu reparava que forçava de vez em quando a bunda para baixo, mexendo-se devagar, esmagando o meu pau, ainda sob a bermuda, arfando baixinho. Então lembrei que eu ainda estava vestido e afastando, com uma mão segurava a sua e com outra abri a bermuda, colocando meu bruto para fora. 
    – Misericórdia, Augusto, não!- Falou assustada.
    Eu puxando-a pela mão, ordenei:
    - Por favor, chupa meu pau, só um pouquinho!
    Ela se esforçando para sair, dizia que não. E eu em tom autoritário disse mais alto:
    -Chupa logo, Dona Célia!
    Ela ajoelhando, na minha frente, sussurrou:
    - Fala baixo, pelo amor de Deus, Gu! Eu chupo.


    E abaixando, passou a mamá-la, em um vai-e-vem discreto, fazendo-me suspirar. De vez em quando, parando o ritmo, sem tirar da boca, só para respirar e retomar o serviço em seguida. À medida que eu seguia a elogiando entre gemidos, ela ia aumentando gradualmente o ritmo, até o momento em que levantou a cabeça um instante, respirou e, agarrando gulosamente o meu pau, deu umas três alisadas para cima e para baixo e começou a chupa-lo com vontade, ao mesmo tempo em que, segurando-o na base, punhetava-o com mais ousadia, parando vez por outra para afastar o cabelo que insistia em se entrepor no que ela estava fazendo. O ritmo foi aumentando freneticamente, e eu, ainda com um pouco de tino que me restava me esforçava para não gozar em sua boca. Mas não teve jeito, segurando a sua cabeça no ritmo do boquete, comecei a tremer e que fez com que ela percebendo, tentasse sair; eu àquela altura nas nuvens, não deixei e apertei ainda mais a sua cabeça contra o meu pau que explodiu em gozo. Então sem força para segurá-la, só emiti um urro e ela se afastou, mas ao tempo de minha porra se espalhar pelo seu queixo e rosto. Eu implorei:
    - Continua, Dona Célia!
    E ela seguiu lambendo apenas do lado da minha rola, mesmo com a minha gala escorrendo por entre os seus dedos como sorvete derretido.


    Depois disso ela se levantou. Passou uma toalhinha na boca e no rosto e suspirou como se estivesse arrependida. Tapando os olhos com as mãos, sussurrou:
    - Meu Deus, Gu! Por que você fez isso, meu filho? Veste logo esta bermuda, que eu vou tomar um banho. 


    Eu fiquei ali no escritório, enquanto ela foi se banhar. Um misto de excitação e culpa me invadiu. Eu me preparei para ir embora com a minha bicicleta. De repente, ouvi o som da porta do banheiro se abrindo e, inexplicavelmente, me deu um frio na barriga. Ela passou agora com uma saia e uma blusa, os cabelos molhados e bem cheirosa. Acho que se surpreendeu a me ver ainda lá e disse:
    - Ainda aí? O que foi agora? Pensou na burrada que você fez, garoto?
    Eu confesso que a principio me senti envergonhado. Mas depois pensei que se tinha começado, deveria fazer o serviço completo. E avancei para ela juntando-a contra a parede do corredor. A agarrei com força e comecei a fungar o seu pescoço cheiroso a xampu que acabara de usar, apertando seus seios e mamando-os em seguida. 
    -Gu, Pelo amor de Deus, Para!- Ela dizia enquanto eu enchia a mão em sua buceta cheirosa sobre a calcinha.


    -Deixa eu te comer gostoso, Dona Célia!
    Ela, quase em falsete, meio que chorando, disse:
    -Vamos ali - apontou com o queixo para o escritório ao mesmo tempo em que também vigiava a saída do quarto onde que seu Valdir dormia –vamos conversar.
    Eu parei e fui com ela com o pau doendo até o escritório. Antes ela deu uma pequena conferida no marido que roncava. Chegando lá a agarrei de novo e ela tentou argumentar; disse que era melhor não, além de que ainda era fértil e temia engravidar, pois não tínhamos sequer camisinha. Além do risco do marido acordar, por isso, poderíamos marcar para outro dia. Mas não me contentei e lançando-a para a mesa, a virei de costas, inclinando-a sobre o móvel, levantei rapidamente a sua saia e desci violentamente a sua calcinha, agora branca, até os pés, ela tentou levantar, mas a forcei para baixo, fazendo a carne de sua bunda tremular, para seu desespero:


    - Augusto, por favor, para! Aí nem pensar!
    Mas eu ignorando, subi novamente a saia que descera e lambi novamente aquele cuzinho lavadinho, enquanto me livrava da bermuda. Ela aflita, implorava:
    -Gu, por favor, eu te chupo de novo. Olha, eu engulo, deixo você gozar na minha boca, agora! Eu prometo!


    Mas eu seguia impassível. Agora, segurando suas costas que tentavam subir com o pau em riste, comecei a esfregar, esmagando-o na contra a sua bunda macia e geladinha, fazendo-o, por vezes, sumir de tão carnudas que eram suas polpas. Ela se esforçava para sair, mas eu, naquela idade tinha todo vigor do mundo. Babando de lascívia, dei uma cusparada em seu reguinho e apontei o pau para a entradinha e forcei, ela gemeu baixinho e tentou ainda se desvencilhar, mas segurando-a de forma viril empurrei, que depois de uma primeira travada, cedeu à cabeça, ajudado pela minha saliva que adicionara há pouco. Ao que ela reclamou, com a voz já rouca:


    - Aaai!...Coloca devagar. 
    Eu comecei então a elogiá-la, para tirar o foco, ao mesmo tempo em que mexia devagarinho e ela também.


    - Que cu gostoso, a senhora tem, Dona Célia. O seu Valdir já te falou?


    E ela cada vez mais arfante respondeu:
    - Não...ele não gosta. Ai..ai...!


    E à medida que eu ia entrando, ela rebolava bem devagar. Até que de repente, aumentando consideravelmente os movimentos e se esforçando para virar o rosto para mim e vigiar o corredor que dava acesso ao quarto em que estava o marido, ela falou:
    -Gu, enfia então logo tudo de uma vez, por favor! 
    Surpreso, eu ainda perguntei:
    -A senhora tem certeza? A senhora quer?
    Ela desesperada quase gritou:
    - Queeero! Enterra tudo no meu cu, me rasga, enfia sem dó!...


    E se posicionando, empinou mais aquela delícia. Eu, segurando para não gozar, segurei firme a sua bunda com as duas mãos e atolei sem piedade naquele cuzão maravilhoso, que engoliu inteiro o meu pau em brasa, até o talo. Ela urrou talvez de dor e prazer. Eu então comecei a estocá-la violentamente, segurando pelas suas ancas, pensando na loucura que estava fazendo, ali enrabando minha patroa evangélica e pacata, mulher do meu patrão. Ela virou uma leoa e começou a rebolar desesperadamente, forçando-o meu pau contra a sua bunda. Às vezes eu enchia a minha mão e juntava a sua bunda, enquanto a fodia, criando aqueles gostosos montinhos de celulite. Ela deu um grito mais alto e, percebendo o perigo, abafou-o contra a mesa enquanto eu continuava a bombar. Até que, temendo o pior, tirei o pau do cu de Dona Célia, o que fez que ela soluçasse pelo modo abrupto que fiz, joguei-a no sofá do escritório, causando um gostoso tremor gelatinoso nas carnes do seu rabão e a deixei deitada, de bruços e sem que eu pedisse, ela abriu as pernas e empinou o traseiro, me aguardando. Após dar mais uma cusparada no seu anelzinho, deitei sobre ela e para depois enfiar com força, sem mesmo guiar o pau com a mão, pois já estava bem melado. Já comecei metendo forte naquele bundão que estalava a cada estocada minha. Ela rebolando embaixo de mim, abriu a bunda com as mãos e pediu:


    - Mete, Gu! Que o Valdir vai acordar. Goza na minha bunda!
    Antes mesmo de ela terminar já estava inundando aquele bundão, juntando a minha pélvis contra ela e mordendo a sua nuca. Nunca... Mesmo depois de adulto, nunca gozei tanto e tão gostoso. Infelizmente, não tínhamos muito tempo. Virou-se de lado e sensualmente levou a mão esquerda até a bunda, voltando com os dedos grudentos, me alertando preocupada num sussurro rouco:


    - Acabou? Estou toda melada! Você tem que ir embora, rápido!
    Foi o que fiz, levantei-me e ela se inclinou para pegar a calcinha no chão, ficando de quatro, proporcionando-me a belíssima visão em primeiro plano do seu rabão gostoso Pude ainda ver seu cuzinho piscando, com a minha porra escorrendo pela sua bunda.
    Fui embora com as minhas pernas tremendo, mal dava para pedalar.


    Na semana seguinte, no trabalho, Dona Célia me chamou ao escritório. Chegando lá, disse-me que eu estava demitido. E eu perguntei por quê. Ela falou que eu sabia muito bem o porquê. Confessou que “até gostou”, que precisava daquilo, mas que aquilo era muito perigoso, que amava seu marido, não queria prejudicar nem a mim e nem ao seu casamento, seu trabalho e a sua religião. Falou que me pagaria por fora, além dos valores devidos, mas que eu jurasse que nunca contaria para ninguém e que nunca mais a procuraria. Fui embora e cumpri o que ela me pediu. Nunca mais a vi, vi o Seu Valdir que certa vez parou o carro para me cumprimentar e disse para eu passar lá na casa deles para relembrar os velhos tempos. É lógico que eu não fui. Mesmo com toda minha vaidade juvenil machista, em respeito a ela, jamais contei a alguém. Hoje, pela primeira vez, tive coragem de contar o que aconteceu, mesmo que aqui, de forma virtual.


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  • Como sempre, faço questão de dizer que tenho 33 anos, loiro, 1,90m, 86kg, barba rala e olhos claros. Sou um cara de coxas torneadas e depilo as partes íntimas.

    Ontem, domingo dia 29 de novembro de 2015, após voltar de um churrasco de família, após beber a tarde toda e estar um tanto "tontinho", fui em casa, tomei um banho e disse à minha mulher que iria no escritório programar a agenda da semana (sempre faço isso).

    Só que em seguida do meio dia havia mandado mensagem de whatsapp pra Martha (a minha linda estagiária), onde eu dizia: "Oi Marthinha; quero te pegar. As 20:30min te encontro no escritório."Ela responde: "Olá chefinho; estou com Gustavo (o namoradinho dela) no Cassino."...

    Aquilo foi um balde de água fria sobre meu tesão; mas segundos depois veio outra mensagem de Marthinha dizendo: "Mas invento algo e peço pra ele me deixar em casa mais cedo. Vou de táxi pra não dar bandeira. Beijos e t+."

    Pouco antes das 20:30min fui para o escritório esperando a boa foda, propositalmente sem cueca, de bermuda de sarja branca e camisa preta... Tonto pelas cervejas que havia tomado, aguardei alguns minutos e ouço a chave fazendo barulho na porta. Sim, Marthinha por boa estagiária que é tem a chave do escritório, obviamente.

    Apenas a luz da escrivaninha estava acesa; ela entrou e logo deu um sorriso sacana e veio em minha direção. Ela é uma putinha maravilhosa... Estava de short jeans curtinho, com as bordas esfarrapadas, blusinha branca (ela adora deixar à mostra seu umbiguinho) e um tamanco alto e azul. 

    Eu logo vi que estava toda queimada do sol... Nossa, eu tenho a estagiária mais gostosa do mundo (eu a considero maravilhosa mesmo)

    - Tu estás simplesmente deslumbrante garota... Tentadora.... gostosa... E o corno do teu namoradinho, se sonha que estás aqui nos braços de um macho de verdade heim sua danadinha?!

    Dizendo isso fui tomando-a em meus braços e senti o calor do seu corpo com aquele bronze recentíssimo (ontem estava calor aqui em Pelotas), abracei-a pela cintura e tomei-lhe um beijo molhado e seguido de gemidos...

    - Tu é meu homem Gui... eu adoro estar contigo... tu me completa... me deixa molhadinha...

    Ao mesmo tempo que me falava tudo isso entre um beijo e outro, ela já apertava meu pau contra minha perna e que estava como um ferro e eu ia despindo aquelas nádegas carnudas enquanto puxava com as duas mãos o shortinho que comia o rego dela.

    - Topa fazer algo diferente hoje meu anjo? eu disse à ela.
    - Diferente??? hummmmmm (entre uma risadinha e um beijo), e o que seria esse diferente meu chefe gostoso?

    - Quero te comer todinha e bem peladinha lá na ponte, bem gostoso encima do capô do carro (há uma ponte desativada em seguida que sai de Pelotas em direção à Rio Grande)... 

    - Mas a essa hora? é muito arriscado... podemos ser assaltados... e se alguém nos pegar nus e transando? Não, eu tenho medo... vamos aqui que eu to com tesão meu chefe maravilhoso.

    - Vem, vamos lá! Peguei as chaves e fui saindo do escritório... abri a porta do carro e mandei ela ir entrando enquanto eu fechava o escritório.

    Entrei no carro e ela espantada mas tremendo de medo e tesão ela disse: - Isso vai dar problema Guilherme!

    - Vem, me chupa enquanto ou dirijo... tira tua blusa... fica só de short... (meu carro tem filme escuro em todos os vidros)... paramos em duas sinaleiras e enquanto isso ela sugava meu pau que latejava de tesão... Havia depilado e estava lisinho... ela babava e tentou algumas vezes botar o pau e as bolas na boca, engasgando...

    Chegamos na ponte, estava escuro, deixei o carro direcionado para o local de saída, para o caso de uma emergência... saí do carro e pedi pra ela por só a blusinha, sem o soutie. Marthinha desceu com aquele salto que deixava seu rabo arrebitadíssimo... a encostei na lateral do carro prendendo suas mãos nas minhas e as colocando sobre o teto do carro... aquilo permitia que seus peitos saltassem naquela blusinha, que sua barriguinha ficasse toda à mostra e a sua bocetinha fosse cortada por aquele short maravilhoso... 

    - Seu tesudo do caralho, chupa meus peitos vai... roça esse pau duro na minha xaninha... (aquelas palavras safadas me deixavam ofegante... com a boca mesmo puxei a blusa dela até seios peitos ficarem nus, e com meu pau duríssimo e por baixo da bermuda eu cravava na boceta dela como que a comer de roupa e tudo... 

    - Eu to apaixonado por ti safada... eu te quero todinha sempre... tu me faz perder a cabeça sua gostosa...

    Marthinha gemia e tremia as pernas sobre aquele tamanco... soltei suas mãos e ela arrancou minha camiseta atirando no chão. Me cravou todas as unhas nas costas enquanto eu chupava aqueles seios lindos e descia em direção àquela barriguinha que ardia em chamas. Até que cheguei no shortinho e o desabotoei com os dentes... Nossa... o shortinho caiu... ela estava com uma marca de bronzeado magnífico... eu lambia aquela marquinha como querendo arrancá-la do corpo dela...

    - Viu, eu deixei lisinha só pra ti... Me faz gozar na tua boca... Lambe minha bocetinha safadão... 
    Ela me agarrava dos cabelos parecendo que me deixaria careca e pressionava contra sua xota molhada... abria as pernas e tremia... gemia.. se contorcia... eu estava disposto a fazer gozá-la na minha boca... sim, ela gozaria e eu experimentaria tudinho sem deixar escapar nada...

    - Aiiiiii, fode com essa lingua maravilhosa, tesão.. vaiiiiii, me faz gozar gostosão... safadoooooooooo...
    ui, aiiiiiii, aaaahhhhhhh, vai vai que vou gozar, não para meu macho gostoso...

    Ela gozou em jatos... quase me afoguei com aquele liquido todo... molhou meus cabelos, meu peito, minha bermuda... um mar de gozo... 

    - Vem aqui, senta no capô que eu vou te comer bem gostosinho... Vem que vou te meter safada... 
    Ela deitou no capô do carro e pôs as pernas sobre meus ombros... eu a puxei até que seu bumbum ficasse no ponto exato para eu penetrá-la sem nem tocar no meu pau que latejava de tesão... fechei bem as pernas dela que fizeram um sanduíche daqueles lábios vaginais encharcados de gozo e de uma só vez, mas lentamente fui penetrando minha estagiariazinha, minha menina mulher que conta com uma cintura de cinema, um bumbum carnudo e arrebitado, um par de seios de dar inveja em muita modelo e, agora, toda cheia de marquinhas de sol, do bronze que o corno do namoradinho dela viu ela pegar naquela tarde.

    - Aaaaaaiiiiiiii, tesão, me fode, mete esse pau todo em mim... me come... come todinha a tua bebê... vai caralho, mete e me faz gozar de novo... AAAAIIIIIIIIIIIII (ela disse quando o meu pau deu uma escapada e consequentemente quase rasgou o cuzinho dela. DOEEEEUUUUUUUUUU... PARA, PARAAAA...

    Ela relaxou as pernas, eu a beijei caído sobre seu corpo até que entre um carinho e outro ela mais uma vez aperta minhas costas, beija minha orelha e diz: - Agora tu machucou minha bundinha, vai ter que fazer um carinho...

    Eu com uma risada mas que safada, mordisquei seus lábios e disse: "Então empina bem essa bundinha gostosa e deixa eu beijar tudinho antes...

    Marthinha pôs-se de bruços no capô do carro, arreganhou o bumbum com as duas mãos e me pediu "Chupa esse cuzinho que sempre foi só teu... Ai, que coisa boa... isso, lambe assim vai... ui, ui..." ela dava piscadas homéricas com aquele cuzinho enquanto eu o lambia e com o dedão massageava sua bocetinha que pingava de tesão...

    - Vem, me fode... come meu cuzinho Gui... come e não para de me masturbar... mete (nisso ela pegava meu pau com uma das mãos e pincelava na entrada da sua bundinha, que arrebitava como a querer engolir de vez meu pau que saltava as veias de tanto tesão.

    - Isso, mete gostosinho, vai, come tua putinha, vai assim, devagarinho, me beija seu safado, me fode (ela tirou a mão e deixou meu pau invadir seu ânus... pude sentir quando a cabeça transcendeu o anel inicial daquele bumbum durinho e bronzeado)... aiiiiiii, uuufff, mete lá no fundo e deixa eu sentir tuas bolas quentes na minha bunda...

    - É assim que tu gosta né safadinha?! É isso que o teu namoradinho não sabe te dar né?! (eu começava a bombar com ela ali, entregue ao meu pau)... É isso que tu não tem daquele moleque broxa e maconheirinho né!? É de macho que tu gosta... to teu macho aqui... ( já fazia um entra e sai que mais parecia uma escola de samba quando minhas bolas batiam naquelas nádegas entumecidas)

    - Fode safado, puxa meu cabelo, me beija... vou gozaaaaaarrrrrr, aaaaaiiiiiiii, fode, não para tesão... aiiii, gozei, gozei, gozei, aiii, uuuuuuffffff (e eu então nessa hora dava o troco e puxava seus cabelos que estavam amarrados em rabo de cavalo, sufocando-a com minha lingua)

    - Me come seu tarado gostoso... mete e goza quente na minha bunda... caralho, tesão de macho, me chefinho maravilhoso.... me fode vai... me faz tua mulher, me deseja, eu sou tua, vai safado... cachorro.....

    - Vem, vem que vou gozar, vem chupar minhas bolas gatinha tesuda...

    Eu tirei o pau da bunda dela de uma só vez, arranquei a camisinha e de imediato gozei no rostinho dela que já lambia meu saco enquanto eu estremecia ejaculando... o suor tomava conta de nossos corpos; eu gozei muito, pois enquanto fodia o bumbum dela, por algumas vezes segurei o gozo... 

    - Safadoooooooo, adoro o cheiro do teu corpooo, amo o cheiro da tua porra.... ela dizia isso enquanto lambia o meu saco e apertava a glande do meu pau para ver pingar as últimas gotas do meu gozo... 

    Foi subindo e deslizando os seios nas minhas coxas, barriga, até chegar na minha boca e beijarmo-nos alucinadamente.... meu pau latejava enter suas pernas e sentia o calor daquela boceta maravilhosa...

    Eu nunca imaginei que iria conseguir beijar uma garota que acabara de levar uma gozada minha na cara... Mas ontem, eu tontinho que estava da cerveja e simplesmente anestesiado de tesão por minha Marthinha, tudo rolou... a gente ainda fez um oral recíproco antes de sair de lá... A noite linda de ontem nos contemplou com um sexo ao ar livre, excitante, perigoso, arriscado, mas que foi um dos mais maravilhosos que eu já experimentei (e olha que eu já fiz cada coisa nessa vida...)

    Deixei a martha em casa quase meia noite... Hoje ela chegou no escritório com a mesma carinha de anjo de sempre... Deu bom dia à todos, como de praxe e logo que chegou à sua mesa me mandou um whatsapp... "Eu quero mais... QUE A NOSSA SEMANA SEJA MARAVILHOSA COM O A NOITE DE ONTEM..." Ela acabou de sair daqui... Foi pra faculdade... Me deixando só na vontade de repetir... Ela é demais....


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  • Bem, pra começar, meu nome é Carolina e tenho 28 anos. Sou morena clara, baixinha, um pouco magra, cabelos longos, seios bem grandinhos e minha bundinha é bem empinadinha. Eu espero que vocês gostem desta estória da mesma forma que eu gostei quando este fato aconteceu comigo. O cara com quem tive esta experiência se chama Rogério, é branco, alto, muito bonito e muito carinhoso.

    Eu e o Rogério fomos companheiros de trabalho por mais de 6 anos e nossa relação era "diferente", ou seja, uma mistura de olhares, piscadas, mãos e tapinhas na minha bunda, encoxadas e coisas assim, sempre às escondidas é claro. Ninguém na empresa sabia dessas nossas safadezas, o que tornava tudo isso ainda mais excitante. Tivemos a oportunidade de trepar umas quatro ou cinco vezes, mas era sempre umas rapidinhas no almoxarifado ou no estacionamento.

    Um dia nosso fogo aumentou tanto que decidimos sair mais tarde que os demais e combinamos de ele me pegar em um local e irmos a um hotel. Dessa vez eu pretendia saciar toda a vontade que eu tinha de ficar com ele. Fiquei no local combinado e logo ele passou em seu carro e me pegou. No caminho para o motel eu já comecei a deixá-lo muito excitado, apertando e massageando seu pau por cima de sua calça. Pelo volume de sua rôla eu já sabia que nossa transa ia ser muito gostosa.

    Quando chegamos ao hotel eu disse ao Rogério que aquele dia ia ser muito excitante, já que eu tinha levado algumas surpresinhas e queria sentir com ele algumas sensações novas que eu ainda não tinha compartilhado com ninguém. Eu sou uma mulher muito eufórica e atirada e gosto muito de provocar e sentir prazer ao máximo. E pelo que eu sabia, o Rogério era assim também.

    Assim que entramos no quarto eu comecei a tirar a roupa dele, enquanto meus lábios percorriam seu pescoço. Depois pude saborear seus lábios, dando mordidinhas de vez em quando. Ele gemia de tesão quando terminei de tirar sua roupa e coloquei uma venda em seus olhos, para que ele pudesse somente sentir meu corpo roçando o dele, e não soubesse onde eu iria atacar em seguida. Finalmente amarrei as mãos dele à cama para evitar que ele me tocasse e eu pudesse fazer com ele tudo que eu quisesse. 

    Comecei saboreado seus lábios, beijando sua boca carinhosamente. Depois fui descendo até o seu peito, beijando e lambendo seus mamilos. A forma como seu corpo respondia ao que eu estava fazendo me deixava muito excitada. Tirei minha calça e minha blusa, ficando apenas de calcinha e sutiã vermelhos. Coloquei esta cor justamente para que seu desejo aumentasse ainda mais quando eu tirasse a venda de seus olhos.

    Peguei na minha bolsa um melzinho aromatizado e passei na cabeça do pênis dele.

    - Ahhhhhhhhhh!!! Que é isso, meu amor? - disse ele dando um gemido de prazer quando o liquido tocou a cabeça e começou a escorrer para toda a extensão de sua rôla. Eu não quis perder tempo e caí de boca em seu pau gostoso, saboreando-o lentamente.

    - Isso, Carolina!!! Chupa bem gostosoooo!!! - ele gemia entre os dentes quando peguei mais melzinho e passei no seu pau, lambendo e chupando bem gostoso.

    Seu pau estava cada vez mais duro e eu não via a hora de sentí-lo bem fundo, dentro do meu corpo. Peguei minha bolsa novamente e retoquei meu batom, de vermelho, como ele sempre gostava e finalmente tirei a venda de seus olhos, pra que ele pudesse ver como meus lábios vermelhos deslizavam por toda a extensão de sua vara. Ele me olhava cheio de desejo, me vendo de calcinha e sutiã vermelhos, e ficando mais e mais excitado, que era justamente o que eu queria. 

    Com as mãos dele ainda atadas à cama, tirei meu sutiã e comecei a esfregar meus seios por todo o seu corpo, tocando os mamilos dele com os biquinhos durinhos dos meus seios. Eu estava em um grau de excitação muito alto e ele sabia disso.

    - Vem, amor!!! Faz o que você quiser comigo!!! Hoje sou todinha sua!! - eu disse a ele quando desamarrei suas mãos e o libertei.

    Ele saiu de debaixo de mim, me deixando deitada de barriga pra baixo e a bunda bem empinada e veio por trás, passando suas mãos pelas minhas costas, já que ele sabia que este é o meu ponto fraco. Em seguida ele beijou minhas costas vagarosamente e percorreu meus ombros com sua lingua atrevida.

    - Hoje eu vou te comer bem gostoso, minha safadinha! - ele disse no meu ouvido e senti sua mão apertar bem firme minha nádegas, antes de me dar uns três tapas bem fortes que deixaram meu bumbum todo vermelho.

    Nos agarramos novamente, ele completamente sem roupa e eu apenas com a minha calcinha vermelha, que ele ainda não tinha deixado eu tirar. Enquanto a boca dele procurava a minha, seus dedos brincavam com minha buceta e meu cuzinho, mas sempre por cima da minha calcinha. Eu já estava louca pra ficar nua e sentir sua pica dentro de mim, mas ele queria prolongar nosso prazer um pouco mais.

    - Pede pra eu te comer!!! Pede!! - ele disse cheio de tesão, não aguentando mais a excitação que tomava conta de nós dois.

    - Vem, meu amorrrr!!! Me dá essa pica logo!!! Não aguento mais!! - disse eu forçando ele a se deitar de barriga pra cima, com seu pênis duro e grosso, apontando para o teto. Eu sentia tanto tesão que nem dei tempo pra ele respirar. Me sentei na pica dele e rebolei meu corpo um pouco.

    - Ahhhhhhhhhh!!! Que gostosoooooo!! - soltei um gemido quando o pau dele foi entrando na minha boceta bem lentamente, até sumir por completo. Em seguida me deitei no ombro dele e foi a vez dele mexer o corpo debaixo de mim, empurrando sua pélvis de encontro à minha, me arrancando gritos e gemidos de prazer.

    - Você gosta de dar essa buceta pra mim, não gosta, minha putinha? - disse ele no meu ouvido, colocando as mãos na minha bunda e metendo em um rítmo mais acelerado. Seu pau deslizava na minha bocetinha molhadinha e minha respiração foi ficando cada vez mais ofegante, indicando que eu ia gozar dentro de poucos segundos. Ele também já não estava aguentando mais e logo ia jorrar esperma dentro de mim. Mas eu queria mais.

    Saí de cima dele rapidamente e caí de boca em sua pica, completamente lambuzada do líquido da minha xoxota. Chupei tudo, sentindo o meu gostinho no pau dele, até deixar completamente limpo. Em seguida fiquei de quatro, com a bunda bem empinada pra ele. Ele veio por trás e enfiou tudo, de uma só vez.

    - Aiiiiiiiii!!! Mete mais!!! Mete!!! - eu não pensava em mais nada, só queria aquela pica gostosa dentro de mim, bem fundo. As mãos dele seguravam firme minha cintura e ele metia sem dó, olhando pra minha bundinha linda, com marquinha de biquini.

    De repente senti o polegar dele fazendo círculos ao redor do meu ânus. Tranquei meu cú rapidamente, apavorada. Eu nunca tinha feito sexo anal antes, mas já tinha enfiado meus dedos e até um vibrador no meu rabo. Mas eu estava com medo por causa do tamanho da pica dele.

    - Uhhhhhhhhh!!! Está doendo, amorrr!! - soltei um grito quando o polegar dele entrou todinho no meu cú e ele começou a movimentá-lo dentro de mim, tirando e enfiando bem fundo. Eu estava me sentindo em uma dupla penetração, na buceta uma pica dura e grossa, e no meu cuzinho o polegar dele tentando me invadir mais e mais. 

    - Deixa eu comer seu cuzinho hoje, Carolina!!! Deixa!!! - disse ele metendo seu pau sem dó na minha boceta e com seu polegar no meu rabinho, que agora deslizava suave, entrando e saindo sem qualquer dificuldade.

    - Eu nunca fiz!!! Tenho medo de doer!! - eu disse. Nas vezes que eu tinha enfiado um vibrador no meu rabo eu quase desmaiei de tanta dor e desconforto. Mas agora eu estava entregue a um prazer tão delicioso que eu faria qualquer coisa que ele pedisse.

    - Se doer você me fala e eu paro, está bem? - ele perguntou e eu não falei nada, apenas balancei minha cabeça concordando. Eu estava nervosa e morrendo de medo, mas ele continuou a massagear meu cú com seu polegar enquanto metia na minha boceta. Aos poucos fui me relaxando e já estava gostando muito do que ele estava fazendo. 

    - Enfia no meu cuzinho agora!!!! Acho que já aguento!! - falei pra ele louca pra saber o que eu sentiria nessa experiência que eu estava prestes a encarar.

    Continuei de quatro enquanto ele tirava o pau da minha buceta e aproveitava meu liquido para lubrificar ainda mais o meu ânus. Em seguida encostou a cabeça da rôla na minha entradinha já um pouco dilatada e fez um pouco de pressão. Eu fiz o mesmo, empurrando minha bunda contra o pau dele.

    - Aiiiiiiiiii!!! Está doendo muitooooo!!!! - gritei quando a cabeça do pau dele entrou e o anelzinho do meu cú se fechou como um instinto, tentando me proteger daquele corpo estranho. Senti um dor que subiu pelas minhas pernas e foi parar no meu cérebro, me deixando tonta e sem reação.

    Para minha sorte o Rogério ficou parado, sem fazer qualquer movimento. Mas eu sabia que ele estava olhando pra minha bunda, curtindo aquela cena deliciosa, vendo a cabeça do seu pau dentro do meu cuzinho e os pêlinhos das minhas costas, pernas e braços todos arrepiados. Depois de alguns segundos eu comecei a me mexer, empurrando a bunda em direção ao pau dele, tentando enfiar mais um pouco. Ainda doía um pouco mas meu rabinho foi se alargando aos poucos, até engolir o pau dele por completo. Que sufoco!! Mas o pior já tinha passado. 

    - Puxa meus cabelos e pode meter agora!!! - falei pra ele e já comecei a soltar uns gritinhos de dor e prazer. Ele enrolou uma mão em meus cabelos e me puxou, sem dó, enquanto começava um vai-e-vem lento no meu rabo. Menos de dez segundos e ele já estava bombando bem forte e fundo. Eu gemia como uma louca e rebolava minha bundinha na pica dele, querendo que ele esfolasse meu cú com sua pica gostosa. Rapidamente esfreguei minha boceta com uma de minhas mãos e meu corpo começou a tremer, me lançando em um dos orgasmos mais gostosos que já tive em toda a minha vida.

    Enquanto eu gozava desesperada eu percebi que ele me agarrou com mais força e deu umas três ou quatro estocadas bem mais fundas. Ele soltou um gemido, como se fosse um animal, e senti sua pôrra bem quente no fundo do meu cuzinho, me queimando por dentro, e fazendo com que eu tivesse outro orgasmo instantaneo. Procurei a boca dele e nos beijamos apaixonadamente. Ficamos um tempo deitados, exaustos, e depois tomamos um banho, descansamos mais um pouco e então partimos para o segundo tempo. Depois disso eu dei meu cú tantas vezes que perdi a conta, mas, a primeira vez a gente nunca esquece.


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  • Fim de ano é sempre a mesma coisa. Amigo secreto, confraternização e coisa e tal. Isso que vou narrar aconteceu comigo no ano passado. Só vou contar agora porque dia 19/12 vou nessa mesma confraternização e isso me deu vontade de relatar o que aconteceu em 2007. 

    Durante a semana nossa coordenadora começou a recolher dinheiro para uma confraternização num sítio. Até aí legal mas já fiquei imaginando o saco que seria. Professores quando estão juntos o papo é sempre o mesmo: aluno.

    Chegando o dia do tal lazer peguei meu carro e fui na escola encontrar com o pessoal. Lá quem não tinha carro se ajeitava com quem tinha. Todos em cada carro rumamos para o sítio. No caminho bastante descontração, risadas, piadinhas, etc. Chegando no sítio começamos a organizar as coisas: ligar o som, colocar a cerveja no frizzer, os variados pratos e etc.

    Me animei porque o lazer não se resumia só em professores vi que amigos e parentes também vieram. Nessa reparei numa ninfetinha que fora também convidada e que ajudava na arrumação. Claro que o nome dela não vou dizer mas o perfil não posso deixar de descrever: cabelos compridos e pretos, seios pequenos, bundinha empinada, pernas cumpridas e usava um shortinho azul que realçava sua beleza e sensualidade.

    Com os comes e bebes e som rolando a festa começou a ficar mais animada. Pela menina ser muito bonita não parava de olhar para ela, principalmente para sua bundinha. Como sou louco por bunda não tinha como disfarçar meu desejo. Quando ela foi para a piscina não perdi tempo, fui atrás. Na piscina me aproximei e começamos a conversar. 

    Voltamos para o rancho e fiquei ainda conversando um pouco com ela. Comecei a reparar que durante todo aquele dia ela não parava de me olhar. Um dos meus colegas até comentou da pagada de pau que ela estava dando. Meus olhos não desgrudavam da bundinha dela. E pensei comigo: se der esquema vou dar uns pega nessa mina.

    Com a cabeça cheia de cerveja fui dar uns mergulhos de novo e logo atrás vinha a perdição entrando na piscina também. Me animei e nadei em sua direção.

    - E aí está gostando do lazer?

    - Estou sim. Um pessoal bacana e divertido né!

    - É verdade. Eu pensei que seria chato mas estou vendo que valeu a pena!

    Reparei que ela estava com medo e perguntei.

    - Você não sabe nadar?

    - Sei mas muito pouco. Tenho medo de ir para o fundo!

    - Pode vir eu fico perto de você!

    Ela então começou a entrar um pouco mais. Num dado momento ela ficou insegura e se arragou no meu ombro. Eu nada bobo dei mais um passo em direção da parte funda. Aí ela segurou de verdade e disse:

    - Aqui é fundo. Tenho medo!

    - Não se preocupe segura em mim!

    Na piscina tinha algumas crianças brincando que nem repararam em nós. Nessas alturas minha rola já estava dura dentro da sunga. Conforme a agitação fui me encostando nela por trás. Acho que ela sacou o lance pois foi encostando sua bundinha no volume do meu pau.

    - Me segura tá, se não afundo!

    Meu pau estava tão duro que achei que iria comer aquela menina ali mesmo. Esfregava discaradamente e ela gostando. Não aguentando mais disse baixinho em seu ouvido:

    - Já vi que você está gostando da encoxada!

    - Disfarça se não a criançada vai perceber!

    Comecei a passar a mão na bucetinha dela por cima do biquini. Ela então passou a gemer baixinho e apertar meu pau.

    - Ssssssss...que rola dura meu Deus do céu!

    Como ali não tinha jeito nos recompomos e disse então:

    - Vamos fazer o seguinte você sai primeiro da piscina e depois eu saio. Te encontro num quartinho de ferramentas perto do campinho de futebol lá embaixo tá!

    Assim fizemos. Fui até o tal quartinho e fiquei esperando. Alguns minutos depois ela apareceu. Disfarçamos tão bem que ninguém sacou nada. Entramos já nos agarrando feito loucos. Beijei com vontade aquela boca e ela a apertar meu pau por cima da sunga. 

    - Vamos logo não podemos demorar muito tempo se não as pessoas vão sacar que sumimos!

    Comecei então a mamar os peitinhos dela e a passar a mão em sua bundinha. Ela ajoelhou-se e tirou meu pau da sunga. Olhou com admiração e disse:

    - Noooossaaa que cabeçona, sssssss...

    Apesar de ser novinha sabia mamar um pau muito bem. Colocava inteirinho na boca, lambia, chupava a cabeça e descia até embaixo.

    - Isso novinha gostosa chupa essa rola, sssssss....aaaaiiiiii...que delícia de boquinha!

    Caí de língua na bucetinha dela. Gemeu até pedir que comesse logo.

    - Vai come logo não aguento mais come!

    Nesse quartinho tinha uma mesa um pouco baixa. Ela se apoiou na mesa e encostei minha rola por trás. Esfreguei a cabeçona na entradinha da buceta e fui colocando bem devagar.

    - Aaaaaiiiiiii...sssssss...iiiiisso de-va-gar!

    - Nooossaaa que bucetinha apertadinha hein!

    Iniciei o vai e vem bem gostoso naquela bucetinha linda. Enquanto metia naquela ninfeta escutávamos o barulho dos garotos brincando no campinho.

    - João você vai no gol beleza?

    - Eu também quero jogar Edson!

    - O meu já está completo vai pro lado do Jefferson...

    Escutando isso e plaft, plaft, plaft na bucetinha da minha putinha. Como estava sem camisinha disse que iria comer o cuzinho dela até gozar. Ela por sua vez disse:

    - A nããão, eu nunca dei o cú e tenho meeeedo!

    - Relaxa minha lindinha. Eu coloco bem devagar se doer eu paro! (falei tirando o pau da buceta e punhetando devagar)

    - Não sei. Minhas amigas dizem que mulher que dá o cu é vagabunda!

    - Que ridículo. Não tem nada a ver. Hoje em dia muitas meninas estão dando a bundinha sem nenhum problema!

    - Eu sei mas não é normal!

    - No sexo tudo pode acontecer. O que manda é o prazer. Deixa eu comer vai. Dá o cuzinho pra mim dá!

    - Tudo bem vamos tentar. Mas bem devagar hein!

    Sem demora passei saliva no cuzinho dela e encostei a cabeçona. Fui então empurrando bem devagar. A cabeça já se cumprimia na portinha do cú. A ninfetinha se contorcia de medo e ansiedade. Foi indo, foi indo e passou a cabeça.

    - Noooossaaaa...que cú apertado!

    - Aaaaaaiiiiii devagarzinho, assiiiimm. Seu pinto é muito grosso!

    Meu pau já começava a ser engulido pelo cuzinho dela. Iniciei então um vai e vem bem devagar até acostumar. Enquanto isso, lá fora:

    - Vai João agarra a bola pô!

    - Gooooolllll!!!!!

    - Caralho meu. Segura os cara aí pô!

    A garotada jogando bola e eu comendo um cuzinho apertadinho de uma ninfeta. Nessas alturas eu já tinha aumentado a velocidade e a safadinha rebolando no meu pau bem gostoso.

    - Ai, ai, ai, ai, ssss, uiiiiii, delícia de cacete. Fode. arromba minha bunda. Aaaaaiiiii, uuuuummmmm, sssssss...

    - Nossa que cuzinho gostoso!

    O cuzinho dela já acostumara com meu pau pois flexionava com mais facilidade. Eu socava bem gostoso e beijava a nuca dela. Ela virava pra trás e me dava um beijo na boca dizendo baixinho:

    - Pintão gostoso, aaaiiiiii, ssss...arromba meu cú, iiisso...

    Depois de tanto entra e sai naquele cú fantástico anunciei que iria gozar. 

    - Aaaai vou gozar, vou gozar, vou...

    Comecei a bombar o cú dela com força e despejar minha porra reto a dentro. Ela gemia alto e rebolava gostoso.

    - Isso goza no meu cu, enche ele de porra vai!

    - Que cuzinho safado! Toma minha porra caralho!

    Falava isso e empurrava todo o cacete até o saco. Que metida gostosa. Gozei feito um besta naquela bundinha gulosa. Nem parecia ser virgem aquele cuzinho lindo e delicioso. Meu pau aos poucos amolecia dentro do rabinho dela.

    Tirei e pedi que chupasse mas ela não quis. Limpou apenas na calcinha.

    - Nossa que foda! Meu cu está até amortecido de tanto levar pau!

    - Não esquenta daqui a pouco passa. Você mete gostoso pra caramba!

    - É nada, você que mete gostoso.Só não fala pra ninguém tá! ( dizia isso pegando no pau com todo carinho)

    - Tudo bem!

    Coloquei a sunga e ela o biquini e ficamos esperando uma oportunidade de sair do quartinho. Quando chegou a hora certa ela saiu primeiro e minutos depois eu saí. No rancho o pessoal bebia e dançava. Nem se tocaram do nosso sumisso. Ela foi novamente para a piscina e eu pegar uma cerveja na geladeira.

    Na próxima sexta vai ter confraternização de novo e estou torcendo que ela apareça por lá. Não acredito muito pois nestes dias eu a vi com um namoradinho. Não precisa ser ela pois se pintar outra eu arrasto para o quartinho também (rsrsrsrs).

    Mulherada estou aguardando seu e-mail.

    taradopbundas@ig.com.br


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